)
Autor: Hélio Cervelin
O
que faço com você?
Sinceramente,
não sei
Te
descarto, jogo fora
dizendo
que nunca te amei?
Há
dias em que pareces me amar
com
ternura e paixão desenfreada
Há
outros em que me desprezas,
reduzindo
o meu valor a quase nada
Não
sei mais o que pensar de você, o que fazer
Do
amor que por mim dizes sentir
No
entanto está mais do que evidente
Que
esse amor não irá subsistir
Você
briga, se aborrece e eu também
Por
coisas tão fúteis, tão normais e tão banais
E
a cada briga nosso amor esmorece
E
a cada dia morre um pouquinho mais
E
nossos planos se transformam em desenganos
Os
dias se acumulam e os anos vão passando
Envelhecemos
os dois porque o tempo se põe a correr
Nos
perdemos em enganos
e
deixamos o nosso amor morrer
Hummm , palavras tão fortes e tão reais no cotidiano de dois seres que escolheram viver (amasiados)
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