Dicas de Gustavo Krause para os amigos que já passaram dos 50 anos (texto extraído do Whatsapp)
➖ Gaste o seu dinheiro com você, com seus gostos e caprichos.
➖ É hora de usar o dinheiro (pouco ou muito) que você conseguiu economizar . Use-o para você, não para guardá-lo (para ser desfrutado por aqueles que não têm a menor noção do sacrifício que você fez para consegui-lo).
➖ Não é tempo para maravilhosos investimentos, por mais que possam parecer bons, eles só trazem problemas e é hora de ter muita paz e tranquilidade.
➖ PARE de PREOCUPAR-SE COM A SITUAÇÃO FINANCEIRA dos filhos e netos. Não se sinta culpado por gastar o seu dinheiro consigo mesmo. Você provavelmente já ofereceu o que foi possível na infância e juventude como uma boa educação. Agora, a responsabilidade é deles! JÁ NÃO é época de sustentar qualquer pessoa de sua família.
➖ Seja um pouco egoísta.
➖ Tenha uma vida saudável, sem grande esforço físico. Faça ginástica moderada (por exemplo, andar regularmente) e coma bem.
➖ SEMPRE compre o melhor e mais bonito que esteja ao seu alcance. Gaste dinheiro com você, com seus gostos e caprichos e do seu parceiro. Após a morte, o dinheiro só gera ódio e ressentimento.
➖ NADA de angustiar-se com pouca coisa. Na vida tudo passa. Sejam bons momentos para serem lembrados, sejam os maus, que devem rapidamente ser esquecidos.
➖ Independente da idade, sempre mantenha vivo o amor. Ame o seu parceiro, ame a vida.
➖ LEMBRE-SE !! “Um homem nunca é velho enquanto lhe restarem a inteligência e o afeto”.
➖ Seja vaidoso. Cabeleireiro frequente, faça as unhas, vá ao dermatologista, dentista, e use perfumes e cremes. Com moderação.
➖ SEMPRE se mantenha atualizado. Leia livros e jornais, ouça rádio, assista a bons programas na TV, visite a Internet.
➖ Respeite a opinião dos JOVENS. Muitos deles estão mais bem preparados para a vida, como nós quando estávamos na idade deles. Nunca use o termo “no meu tempo¨. Seu tempo é agora.
➖ NÃO caia em tentação de viver com filhos ou netos. Apesar de ocasionalmente ir alguns dias como hóspede, respeite a privacidade deles, mas especialmente a sua.
➖ Pode ser muito divertido conviver com pessoas de sua idade.
➖ Mantenha um hobby. Você pode viajar, caminhar, cozinhar, ler, dançar, cuidar de um gato, de um cachorro, cuidar de plantas, jogar cartas de baralho...
➖ Faça o que você gosta e o que seus recursos permitem.
➖ ACEITE convites. Batizados, formaturas, aniversários, casamentos, conferências … Visite museus, vá para o campo … o importante é sair de casa por um tempo.
➖ Fale pouco e ouça mais. Sua vida e seu passado só importam para você mesmo. Se alguém lhe perguntar sobre esses assuntos, seja breve e tente falar sobre coisas boas e agradáveis. Jamais se lamente.
➖ Permaneça apegado à religião.
➖ Ria muito, ria de tudo. Você é um sortudo, você teve uma vida, uma vida longa.
➖ Não faça caso do que dizem a seu respeito, e menos do que pensam de você.
➖ Se alguém lhe diz que agora você não faz nada de importante, não se preocupe. A coisa mais importante já está feita: você e sua história.
➖"A vida é muito curta para beber um vinho ruim”
Este blog foi criado para postagem de textos literários da lavra de seus membros, a maioria deles principiantes. Nosso objetivo é alcançar as comunidades que fazem da literatura um ato de prazer, estimulando o hábito da leitura aos nossos visitantes/leitores no Brasil e em outras partes do mundo. Ficamos agradecidos pela sua visita. Seus comentários serão sempre bem-vindos. (vide o texto Apresentação do Grupo, postado em 2017 - outubro)
sábado, 28 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
O Significado da Vida (Hans Wiedemann)
Autor: Hans Wiedemann
Essa pergunta primária,
Todo Ser pensante se faz,
Dependendo da nossa crença,
Acreditando em algo maior,
Ao qual deixamos de ter acesso.
Podemos dizer ser viver,
Acreditando ser evoluir,
Pensando então para onde,
Acreditando se melhorar,
Querendo saber em que sentido.
Todos os instantes agregamos,
Sempre novas experiências,
Se somando à nossa memória,
Mantida no nosso Espírito,
Podendo usá-la depois.
Deixando de ter acesso,
Queremos entender o agora,
Para nos sentirmos inteiros,
Acreditando numa finalidade,
Poucos de nós percebendo.
Sabemos que existe algo maior,
Chamando de Inteligência Superior,
Ou outras designações,
Que criou este Infinito,
Imaginando evoluir eternamente.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
SER BRASILEIRO (Hélio Cervelin)

Autor: Hélio Cervelin
Ser
brasileiro é honrar a nossa pátria
É estar
atento a tudo o que acontece
É
vigiar, fiel e constantemente
É
amparar o irmão que mais padece
É unir
a todos com o mesmo objetivo
E
orientar no que cada um sabe fazer
Para
que a ética nos guie nessas ações
E que
possamos ter paz em nosso viver
Ser
brasileiro é respeitar a nossa gente
É
manter a fé, firmes, determinados
Respeitar
as leis e agir com retidão
E
sermos todos por Deus abençoados
É não
permitir que alguém seja injustiçado
Em sua
honra, ferido ou maltratado
É
unir-se ao fraco e curar suas feridas
Livrá-lo
da dor e mantê-lo ao nosso lado
Em
nosso meio há maldade, já o sabemos
As
lideranças em geral são egoístas
E tudo
fazem para seu próprio proveito
Desconhecendo
os sentimentos altruístas
Cabe a
nós mesmos assumirmos o timão
Dessa
nau errante que vagueia em alto mar
Buscar
no fundo de nossa alma ensinamentos
De
antepassados que nos ensinaram a amar
Ajustar
o rumo e lutar diuturnamente
É o que deve nortear nossas ações
E sendo
assim, ao findarem nossas vidas
Mereceremos
os mais altos galardões
De nada
adianta viver sem utilidade
Ter
vida estéril, desprovida de valor
Conclamo
a todos a fazermos um Brasil novo
Pleno
de justiça, liberdade e amor.
terça-feira, 10 de julho de 2018
ESTRELAS ( Lucila Mônica Fontana)

Autora: Lucila Mônica Fontana
Encantadoras luzes no céu
Deixam-me a pensar
Quantas são?
Inumeráveis, com certeza!
Mas, quantas?
Ó infinito, diga-me quantas
Pois as amo tanto
E seu encanto me faz delirar
Delírio de alegria por poder ver tamanha beleza
A confundir o meu olhar
Sonho contigo, ó estrela brilhante!
És tão fascinante
Que me ponho a chorar
Chorar?
Ah, sim, pela beleza de um céu estrelado
E me vejo a cantar e sonhar
Pois ao lado do meu amor
O seu esplendor reluz
No mais alto do infinito
E com o sol a chegar
Seu brilho a encantar
A luz das estrelas a se apagar
Volto ao esplendor do dia
E com muita alegria
Esperar
Que quando a noite cair
As estrelas voltem a brilhar
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Criação da Dualidade (Hans Wiedemann)
Autor: Hans Wiedemann
O Infinito era a Unicidade,
Deus, a Inteligência Superior,
Tudo operando a Bondade,
Entendendo dar Liberdade,
Permitiu a Dualidade.
Assim, criou a Materialidade,
Que criou a Sexualidade,
Imaginando o Equilíbrio,
Pela Convivência Harmônica,
No Entendimento Integrado.
A Dualidade, pela sua natureza,
Desenvolveu a Identidade,
Podendo cada qual Criar,
Suas Necessidades Egóicas,
Contrastando com sua Consciência.
A Identidade pleiteou,
O Livre Arbítrio e a Razão,
Usando a sua Liberdade,
Acreditando no seu Poder,
Deixando de olhar a Responsabilidade.
Para voltar à Unicidade,
O Homem deve vencer a Dualidade,
Retornando à Integridade,
De uma só Identidade,
Observando a Visão Divina.
*****
Acesse o nosso Blog - http:\\vamospensaravida.blogspot.com.br
quinta-feira, 5 de julho de 2018
HISTÓRIA DAS FESTAS DE SÃO JOÃO (Áurea Wolff )

Autora: Áurea Wolff
Você sabe a origem das festas de São João? De onde vem a história das festas de São João?
Queridos brasileiros, é muito
importante sabermos mais
sobre as histórias do nosso querido Brasil. Tudo começou há muito tempo. E não foi no Brasil.
Antes mesmo do nascimento de Cristo, havia rituais pagãos para comemorar o solstício de verão no Hemisfério Norte, ou seja, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que lá ocorrem em junho e marcam o início do estação. Os rituais tinham por objetivo promover a fertilidade do solo, o crescimento da vegetação e a fartura das colheitas.
Antes mesmo do nascimento de Cristo, havia rituais pagãos para comemorar o solstício de verão no Hemisfério Norte, ou seja, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que lá ocorrem em junho e marcam o início do estação. Os rituais tinham por objetivo promover a fertilidade do solo, o crescimento da vegetação e a fartura das colheitas.
Depois de Cristo, no século VI, o dia 24 de junho passou a ser
comemorado em homenagem a São João Batista, e
recebeu o nome de Festa Joanina.
Os dias de Santo Antônio (13 de junho) e de São Pedro (29 de
junho) foram incorporados às comemorações a partir do século XIII, na Espanha,
na França, na Itália e em Portugal. Foram os colonizadores portugueses que
trouxeram o costume para o Brasil e o difundiram entre os índios.
Com a vinda da família real portuguesa, em 1808, a festa retomou
as características originalmente aristocráticas. E eram realizadas nos
salões do palácio real
Dança da Quadrilha
A quadrilha, dança de origem inglesa,
incorporada aos costumes franceses, veio
para o Brasil com a família real. O
povo, que observava às escondidas as evoluções que aconteciam no palácio,
gostou do que viu e levou a novidade para as festas populares.
E a
contradança passou a fazer sucesso em casamentos, batizados e, principalmente,
nas festas, que passaram a ter o nome de festas juninas. "O brasileiro,
sempre criativo, terminou transformando a quadrilha francesa numa dança com
características bem nacionais"
Com o passar dos anos, uma encenação
chamada de "casamento do matuto" ou "casamento caipira" foi
se incorporando à dança. É a história da noiva que fica grávida antes do
casamento e seu pai obriga o noivo a se casar com ela. O rapaz tenta fugir, mas
o pai da moça pede ajuda ao delegado. Quando o noivo é capturado, o casamento
se realiza, ao som de sanfona, triângulo e zabumba. Só então começa a
quadrilha. Na verdade, na cultura nacional, estes casamentos aconteciam na
nossa terra.
Dançar a quadrilha ao redor de uma
fogueira, outro costume cheio de significados. O fogo, ilumina, aquece, purifica, assa os alimentos,
prepara vestes e armas, enfim, dá segurança e conforto. Daí as superstições: "faz
mal brincar com fogo, cuspir na fogueira, arrumar as madeiras com os pés,
etc.". A fogueira, que na Antiguidade era erguida para reverenciar a
fertilidade da terra, ganhou na simbologia católica o poder de espantar as
pragas agrícolas.
Os balões,
outra tradição que pintava o céu de luzinhas, eram encarregados de levar mensagens e pedidos a São João. Hoje
são proibidos, devido ao risco de incêndio que representam.
A festa nas regiões brasileiras
A festa nas regiões brasileiras
Onde quer que
você esteja neste imenso Brasil, certamente vai comemorar o "São
João", como se diz no Nordeste. Em Campina Grande (Paraíba) e em
Pernambuco a festa atrai milhares de
pessoas. Em ambas as festas, as pessoas que dançam a quadrilha se vestem de
forma luxuosa, e quem vai assistir coloca sua melhor roupa.
No Sul, a dança-das-fitas, de origem
portuguesa e espanhola, é a que mais anima as festas. Casais com roupa caipira,
bombachas e vestidos remendados, dançam cruzando fitas coloridas presas a um
mastro. O gosto dos gaúchos pelas carnes não é esquecido, e o churrasco está
sempre presente.
Da região Sudeste vem o caipira com chapéu
de palha, calça remendada,camisa xadrez e dente cariado, personagem nascido nas
comemorações pelo interior de São Paulo e de Minas Gerais. É dessa região
também grande parte das comidas típicas, como pé-de-moleque, curau, batata-doce,
quentão e todas as receitas à base de milho, como o bolo de fubá e a canjica.
Tradição
Estas festas eram
e ainda são em homenagem a São João, São Pedro e Santo Antônio e são
comemoradas em festas religiosas Todos estes elementos
culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais
dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características
particulares em cada uma delas.
Comidas
típicas
Como o
mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e
salgados, relacionados às festividades, são feitos deste cereal. Pamonha, curau de milho verde, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas
alguns exemplos.
Além das receitas com milho,
também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo
de pinhão, bom-bocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho
quente (chamado de quentão), batata doce e muito mais.
Considerações Finais
O
mais importante de conhecermos nossa história é que nestas
festas juninas/julinas lembramos
que somos brasileiros e que em todo o
nosso grande território muitos irmãos nossos precisam ser ajudados a fazer parte deste
Brasil que hoje canta e dança a quadrilha e festeja São João apenas como
folclore.
Que
algum dia, em futuro breve, possamos todos nós, os "caipiras" do
Brasil, desde o Norte até o Sul, estar unidos e fortes para lutar pela nossa
querida pátria brasileira.
SOLIDÃO (Hélio Cervelin, Blumenau, 29 dez 1997)

Autor: Hélio Cervelin
Você sabe o que é a solidão?
Viver em grupo, em sociedade,
pode parecer complicado. Conviver com outras pessoas - seus métodos, suas
manias, seu modo de ser - é uma arte e exige uma adequação permanente. Mas
existem lá as suas compensações.
O excesso de barulho, as
desavenças familiares - especialmente em um lar onde existem crianças ou adolescentes
- exige um esforço diário para manter a ordem e a disciplina. São fatores muitas
vezes desgastantes e que podem, eventualmente, nos induzir à tomada de atitudes
descontroladas.
Entretanto, a solidão - ah, a
solidão! - esse bichinho danado que corrói nosso íntimo, geralmente nos
deprime. E nesse nostálgico silêncio, olhamos ao redor e começamos a nos
perguntar: - Cadê todos? Aonde se meteram? - O que estarão fazendo agora?
O silêncio é sepulcral. Até os
vizinhos, os transeuntes, os automóveis, sumiram todos, parece que se
evaporaram! Assistir TV, ler, ouvir música, ficar em silêncio é tudo muito relaxante,
mas não é a mesma coisa! Falta vida, movimento! E os filhos, tão barulhentos,
como fazem falta! Mas, então, por que brigam tanto quando estamos juntos?
Parece que ainda temos muito a
aprender em relação à convivência familiar para tentar explicar os relacionamentos.
É urgente aprender a organizar nosso ruído, nossa comunicação.
O mundo é maravilhoso. Talvez
sejamos nós a complicá-lo com doses exageradas disso e daquilo.
E essa situação
toda me traz uma certeza: não tenho vocação para eremita.
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